Fotografia Analógica - Real vs. Ficção

Silêncios abruptos quebram a paisagem, no meio surge um lugar esquecido e renegado pelo Homem. Espaços abandonados há muito, dispersos no tempo e repletos de narrativas e memórias. A presença humana mostra-se aqui paradoxal com todo o ambiente. A respiração, a espera, a face por mostrar…

Os jogos de luz criados por todo um conjunto de portas, janelas e frechas unem-se entre si e reclamam a sua presença, o espaço vazio luta com o espaço cheio, um raio de sol evoca a saudade do passado…
(...)
O ambiente é a alma das coisas.
Cada coisa tem uma expressão própria e essa expressão vem-lhe de fora.”
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A realidade é assim uma certeza crua, evoca a solidão, a incerteza do sonho, o esquecimento, a evidência de um “princípio, meio e fim desse caudaloso fluir que outrora chamámos vida.”

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